Lorvão

 


 

Lorvão é uma vila portuguesa do concelho de Penacova. Sede de freguesia, é constituída pelos seguintes lugares: Foz do Caneiro, Caneiro, São Mamede, Aveleira, Roxo, Paradela de Lorvão, Chelo, Rebordosa.

Lorvão é a mais rica de todas as freguesias do concelho de Penacova.

Apesar do vale já ser provavelmente habitado na época neolítica, de existirem vestígios do período luso-romano e de ser uma das raras paróquias que no século VI formaram a diocese conimbricense, Lorvão deve a sua celebridade ao mosteiro que aqui se veio instalar nos alvores da Idade Média. Da protecção ao mosteiro, que de espiritual passou também a social, económica e até política, no tempo de D. Sisnando, após a reconquista de Coimbra, desenvolveu-se a povoação de Lorvão, cujos habitantes encontravam trabalho nas vastas propriedades conventuais, beneficiando ainda de condições de defesa em caso de ataque do inimigo.

Por volta de 1200 o Mosteiro foi reformado para a Ordem de Cister, por D. Teresa, filha de D. Sancho I. A congregação passou então a ser feminina.

Na longa história de Lorvão, contam-se vários períodos de esplendor, como os que coincidiram com as abadessas D. Catarina d´Eça e D. Bernarda de Alencastre, no séc. XVI, e D. Bernarda Teles de Meneses e D. Teresa Luzia de Carvalho, no séc. XVIII.

Foi a Revolução de 1820 que provocou a decadência da comunidade, dando origem à depredação de todas as riquezas acumuladas durante séculos.

Lorvão separa-se do seu Mosteiro pela pequena ribeira que corre ao fundo do Vale.

Dele ficaram marcas indeléveis no viver das suas gentes, onde antigas tradições têm conseguido resistir ao passar dos séculos.

 

PATRIMÓNIO DO LORVÃO

 

Mosteiro de Lorvão

Na longa história de Lorvão, contam-se vários períodos de esplendor, como os que coincidiram com as abadessas D. Catarina d´Eça e D. Bernarda de Alencastre, no séc. XVI, e D. Bernarda Teles de Meneses e D. Teresa Luzia de Carvalho, no séc. XVIII.

Foi a Revolução de 1820 que provocou a decadência da comunidade, dando origem à depredação de todas as riquezas acumuladas durante séculos.

Lorvão separa-se do seu Mosteiro pela pequena ribeira que corre ao fundo do Vale.

Dele ficaram marcas indeléveis no viver das suas gentes, onde antigas tradições têm conseguido resistir ao passar dos séculos.