Eram 19 horas de ontem e já estávamos a caminho da Serra da Freita, eu o Cardoso o DJ e o Vicente.

Tínhamos marcado um bungalow para passar a noite e queríamos fazer uma BTT nocturna. Ao chegar à serra percebemos logo que o tempo, lá em cima, estava agreste.

Comemos uma sopa quente de cozido e uma bifana regada por umas cervejocas e preparámo-nos para iniciar o passeio. Desta vez, e para variar, resolvemos inverter o percurso e incluir umas nuances novas.

Partimos serra dentro iniciando uma parte do percurso descendente em busca do trilho que depois nos faria subir a serra. E encontrámo-lo pouco depois, mas achámos que não era o pretendido e continuámos a busca.

Mais à frente encontrámos nova opção, que aceitámos como sendo o caminho certo. E em boa hora o fizemos porque rapidamente percebemos que não era o trilho que pretendíamos seguir, e assim fomos “obrigados” a subir o íngreme e degradado trilho, irregular e longo, de pedras soltas e muitos buracos. Lá fomos empurrando e empurrando as bikes pelo infindável trilho, onde curva após curva, continuava teimosamente a subir.

Depois de bastantes e longos minutos a subir e de muito praguejar e arfar lá fomos parar à estrada junto ao desvio para Albergaria da Serra, na estrada que depois deriva para Arouca, Tebilhão e regressa ao Merujal.

Que tempinho se verificava lá pelas bandas. Vento forte e frio, e nevoeiro que rapidamente nos gelou. Pelo menos na subida estivemos sempre abrigados do vento e deu para aquecermos bem.

Optámos então, e inteligentemente, por regressar ao Parque de Campismo, para aquecer e descansar.

Amanhã vamos experimentar o percurso “Nas Veredas do Pastor”.

 

Alberto Calé

 

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