Celorico da Beira

 


 

Celorico da Beira, aninhada entre a encosta Norte da Serra da Estrela e o Rio Mondego, é uma vila portuguesa do Distrito da Guarda.

É sede de um município subdividido em 16 freguesias. É limitado a Norte pelo município de Trancoso, a Nordeste por Pinhel, a Sueste pela Guarda, a Sudoeste por Gouveia e a Oeste por Fornos de Algodres.

Celorico é, também, o concelho mais a Norte da Serra da Estrela e, pela quantidade e qualidade de Queijo da Serra da Estrela, é considerado Capital do Queijo Serra da Estrela.

O primeiro foral foi outorgado por Afonso Henriques e confirmado pelo neto, Afonso II, em 1217. A sua localização foi fundamental, não só durante a Reconquista mas, também, durante as guerras com Castela, em que resistiu a vários cercos e às invasões francesas, nas quais o castelo, construído entre os séculos XII e XIII, assumiu função de quartel-general dos aliados.

É nesta vila serrana que pode ser visitado o Solar do Queijo, no centro histórico, junto a outras atracções como a Igreja de Santa Maria, a misteriosa Torre do Relógio ou o Museu do Agricultor e do Queijo, à entrada da localidade. Ainda a referir a Igreja da Misericórdia, onde está depositada uma das mais belas bandeiras de procissão do País, e que esteve presente, em 1958, na Exposição Comemorativa do Nascimento da Rainha Dona Leonor e o seu imponente Castelo.

 

PATRIMÓNIO DE CELORICO DA BEIRA

 

Calçada Romana da Lavandeira

Troço pertencente a uma antiga via romana que ligava Guarda a Mangualde, sendo possível que pertencesse à via Viseu-Linhares. Encontra-se pavimentada com pedras alinhadas e dividida em três troços.

Esta calçada desce do castelo em direcção à Ponte da Lavandeira. Já após a sua identificação, a autarquia realizou uma obra de melhoramento do caminho que destruiu parte da calçada, tendo a mesma sido substituída por piso alcatroado.

 

Capela de Santa Luzia

Esta capela, dedicada a Santa Luzia, foi edificada em pleno centro da Vila de Celorico da Beira.

É um singelo templo, de uma só nave, porta principal com duas pequenas janelas a ladear a mesma.

Sem qualquer informação sobre a mesma, suspeita-se que poderá ser propriedade particular, já que, de cada lado da mesma, o acesso é vedado por dois portões em ferro.

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