Covelo de Paivô

 


 

Covelo de Paivô é uma freguesia portuguesa do concelho de Arouca, Portugal. Com 27,48 km² de área e 103 habitantes (2011), faz parte do Maciço da Gralheira, mais especificamente, da Serra da Arada.

Pertenceu ao extinto concelho de Sul até 1853, quando foi integrado em São Pedro do Sul. Em 1917 passou para o actual concelho. Covelo de Paivô é a única freguesia do concelho de Arouca que pertence à diocese de Viseu.

Esta freguesia contempla as aldeias de Covelo de Paivô, Regoufe, Drave, Pego e Emproa. Pertenceram à freguesia de S. Martinho das Moutas. Constituída a freguesia, eclesiasticamente ficou como curato da apresentação do vigário de São Martinho das Moutas, que fazia parte do concelho de Lafões, passando mais tarde para o concelho de Sul, extinto em 24 de Outubro de 1855, passando para o concelho de São Pedro do Sul, mas, pela lei nº 653, de 16 de Fevereiro de 1917, foi anexada ao concelho de Arouca.

A origem de povoados nesta região é anterior à fundação da nacionalidade e mesmo ao domínio Romano, pois em 1946 foi encontrada em Regoufe uma pulseira de ouro com o peso de 171 gramas, formada por dois troncos de cone, ligados pela parte mais estreita, com o diâmetro num dos bordos externos de 67,5 milímetros, e no outro de 69,5 milímetros e com 30 milímetros de altura. Por dentro é lisa e por fora tem, junto de cada bordo, dois sulcos paralelos e pequenas incisões oblíquas, em grupos de treze. Esta pulseira, do período Romano, encontra-se no Museu de Arte Sacra, em Arouca.

A agricultura e a pastorícia têm, ainda hoje, um papel importante nesta região de paisagens virgens e incomparáveis, da qual a aldeia tradicional da Drave e o Rio Paivô, com as suas águas cristalinas, fazem parte integrante.

 

PATRIMÓNIO DE COVELO DE PAIVÔ

 

Igreja Paroquial de São Pedro

A Igreja Paroquial de São Pedro é um templo religioso de Covelo de Paivô.

Situada num dos pontos mais elevados da povoação, é um ponto de referência de partida e chegada de alguns percursos pedestres.

É um edifício construído em granito embora a fachada principal esteja pintada de branco. Possui uma nave e anexos.

O campanário, também ele em granito, está adossado à esquerda da fachada principal, tem um sino e escadaria de acesso ao mesmo.

O altifalante, imprescindível em quase todas as igrejas e capelas serranas, está colocado no topo da fachada principal da igreja, por cima de uma pequena torre que outrora serviu de sineira.

No átrio, à frente da entrada principal, existe um antigo cruzeiro.