
Porta do Anjo da Guarda ou de São Miguel
Em arco quebrado encimada por abóbada de berço quebrado, esta porta comunica com a malha urbana extramuros.
Nesta porta encontram-se esculpidas as medidas-padrão usadas no burgo de Marialva, a vara, o côvado e o palmo, nos pés-direitos da porta, sinal evidente da importância da feira que ali se realizava na Idade Média.

Torre do Relógio
Estrategicamente instaladas em paredes defensivas ou erguidas perto de um alvo, as torres, torreões ou cubelos têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante no estabelecimento de posições defensivas e na obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo os campos de batalha.
Esta torre apresenta três pavimentos, abrindo-se duas portas e uma janela no segundo. É coroada com ameias de formato pentagonal.

Torre do Monte
Estrategicamente instaladas em paredes defensivas ou erguidas perto de um alvo, as torres, torreões ou cubelos têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante no estabelecimento de posições defensivas e na obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo os campos de batalha.
Actualmente, esta torre de planta quadrangular e merlões pentagonais, encontra-se em ruínas.

Porta do Monte ou Porta da Forca
Em arco quebrado pelo interior e em arco pleno pelo exterior, é encimada por abóbada de berço quebrado e comunica com a zona mais elevada da cidadela.

Torre dos Namorados ou da Relação
Estrategicamente instaladas em paredes defensivas ou erguidas perto de um alvo, as torres, torreões ou cubelos têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante no estabelecimento de posições defensivas e na obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo os campos de batalha.
Actualmente, esta torre, de planta quadrangular, encontra-se em ruínas.

Porta de Santa Maria
Em arco pleno encimada por abóbada de berço, esta porta conduz à calçada que comunica com a Devesa.
No exterior da porta existe um pequeno nicho que ostentou, em tempos, a imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem.

Postigo
Virada a Sul, esta pequena porta possui arco pleno emcimado por uma abóboda de berço.
Serviu de entrada e saída da muralha e como porta da traição, funcionando como último refúgio e como forma de efectuar incursões às tropas agressoras.

Cemitério
Chama-se "cemitério" a um lugar onde se supultam ou acumulam produtos, tipicamente resíduos e detritos (por exemplo, cemitério de resíduos nucleares). É o mesmo que necrópole ou sepulcrário.
Esta designação foi utilizada pelos primeiros cristãos aos terrenos destinados à sepultura dos seus mortos.
Alguns cemitérios modernos rompem com a imagem tradicional das necrópoles com jazigos e monumentos de mármore, substituindo-os por parques arborizados, onde simples chapas de metal assinalam local da sepultura, o que não acontece com este caso em particular.
Construído no século XIX, situa-se entre o postigo e a capela da Misericórdia ou do Senhor dos Passos.

Igreja de Santiago
Embora apresente a data de 1595 inscrita no fecho do arco da porta lateral, a data efectiva da edificação deste templo é o ano de 1585.
No século XVIII era Reitoria da Comenda da Ordem de Cristo e beneficiou da colocação dos elementos decorativos na talha.
A fachada principal é composta por um portal em arco pleno com remate de linhas entrelaçadas e com moldura em conjunto de duas arquivoltas que se prolongam para as laterais da entrada em duas colunetas.
Apresenta características manuelinas e barrocas, sendo constituída por uma nave rectangular única de cobertura em abóbada de berço, uma capela-mor e sacristia anexada. No interior, o retábulo da capela-mor é totalmente revestido a talha sem pintura do estilo joanino, decorada com anjos, figuras exóticas, motivos vegetalistas e concheados.
A substituição da cobertura por telha marselha dá-se já na pimeira metade do século XX.

Capela da Misericórdia ou do Senhor dos Passos
Edificada do lado Norte da igreja de Santiago, esta capela maneirista foi, provavelmente, construída no século XVII. No século seguinte, foi alvo da colocação dos elementos decorativos em talha dourada e policromada.
Apresenta planta longitudinal simples, onde se destaca a porta principal com moldura dupla decorada com losangos. No exterior, existe um púlpito onde se fazia a pregação durante as cerimónias da Quinta e Sexta-Feira de Páscoa. O interior possui tecto com 36 caixotões pintados com a figuração hagiográfica e um retábulo em talha do estilo joanino.

Casa da Judia
O nome deste edifício foi-lhe atribuído pelos habitantes da aldeia. Erigida intramuros, restam apenas ruínas, desconhecendo-se a data da sua construção e o que poderá ter sido.
Observando a sua imponente porta gótica, único elemento que ainda permanece intacto, foi, provavelmente, habitação de residentes abastados.

Antiga Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia
Possivelmente remontando ao século XVII, terá funcionado como escola nos séculos XIX e XX.
Localizado nos Paços do Alcaide, era neste edifício que se exercia o poder judicial e administrativo.
Apresenta planta rectangular irregular e dois pisos: o rés-do-chão, onde funcionava a Cadeia, são ainda visíveis dois arcos de volta perfeita a dividir dois compartimentos; e o piso superior, destinado ao antigo Tribunal e à Câmara. Na fachada principal do edifício surge o corpo do campanário, uma escada de acesso ao segundo piso e o escudo com as Armas de Portugal.

Pelourinho de Marialva
Emblemático estandarte do poder concelhio, a sua construção data, provavelmente, do século XVI.
De estilo manuelino, ergue-se num plano ligeiramente inclinado e está assente em quatro degraus de forma octogonal. A coluna, com cerca de quatro metros de altura, é de fuste liso e rematada por um capitel em forma piramidal invertida, também de secção octogonal. O conjunto é coroado com outra pirâmide octogonal com uma esfera esguia no topo e que é separada da pirâmide inferior por uma pequena coluna central fina e apoios de ferro (estes colocados pela DGEMN para o reforçar).
Localizado no Largo da Praça, este imóvel foi classificado de Interesse Público em 1933.

Cisterna
Uma cisterna é um reservatório de águas pluviais ou de águas obtidas pelos degelos. Utilizada maioritariamente para consumo, nomeadamente na alimentação, na higiene e na limpeza, é usada também para a rega.
Na arquitectura militar constituía-se em elemento essencial à sobrevivência das populações que habitavam as zonas intramuros dos castelos e fortalezas.
Esta cisterna, localizada na coração da Cidadela, remonta ao século XVI. Elaborada em tijolo forrado de argamassa, encontra-se actualmente em ruínas.

Casa dos Magistrados
Remontando provavelmente aos séculos XVI/XVII, foi antiga residência dos magistrados.
Totalmente em ruínas, apresenta planta rectangular e alguns vestígios das paredes exteriores onde são visíveis caixotões das janelas dos dois pisos desta antiga habitação.

Castelo e Muralhas
Construído no local anteriormente denominado Castro de São Justo, a primitiva feição do castelo de Marialva remonta, provavelmente, à segunda metade do século XII, ou até um pouco antes, pelas observações que se efectuaram ao aparelho da muralha e a uma das torres.
O facto do acesso ao castelo ser praticamente impossível e também por possuir reduzidas dimensões, deu origem a uma grande e importante povoação medieval.
Em 1440, a alcaidaria da vila passou a Condado.
Infelizmente, os séculos seguintes iriam ditar a sua decadência. A velha fortaleza perderia a importância e a localidade foi abandonada à medida que as novas exigências da guerra passavam ao lado de um castelo obsoleto.
Em meados do século XVII, a fortificação ainda foi utilizada em plena Guerra Peninsular. Nos primeiros anos da segunda metade do século XVIII o castelo estava praticamente em ruínas. O seu abandono poderá ter estado relacionado com o facto da alcaidaria de Marialva ser benesse do último marquês de Távora, o qual foi mandado executar pelo Marquês de Pombal. Deve datar daí o início de ruína de outras edificações intramuros.
No século XX, o castelo estava em completa ruína. Nos anos 40 do mesmo século procedeu-se à reconstrução quase integral da torre de menagem, bem como de numerosos troços de muralha.
Características:
Uma extensa muralha granítica ondeia fortemente no acidentado cume, cintando a vila com uma ampla muralha de formato oval, construída com pedra aparelhada de granito da região. Entre os séculos XIV e XV, a cerca foi reforçada com três torres quadrangulares: Relógio, Monte e Santa Maria.
Adossadas ao aparelho interno da cerca ficam as escadas de acesso ao adarve, amplo, por onde as tropas circulavam em movimentação. Quando extensas, os panos de muralhas necessitavam de contrafortes e de guardas avançadas que lhe dividissem a frente. Daí, os torreões de reforço e defesa dos lanços das muralhas.
O acesso ao castelo faz-se por quatro portas: a do Anjo da Guarda; a do Monte; a de Santa Maria; e o postigo (porta da traição).
A torre de menagem, situada na cota bastante mais elevada, sobressai proeminentemente num maciço rochoso, dominando toda a malha urbana. Trata-se de um edifício medieval, de planta quase trapezoidal, rodeado por uma cerca. O acesso faz-se por uma porta muito alta a que inicialmente se teria acesso por uma escada em madeira.
Importa ainda referir que existe, num dos aglomeramentos rochosos junto à cerca da torre de menagem e próximo da capela do Senhor dos Passos, uma pedra esculpida em homenagem a José Saramago onde se lê: "NESTE LARGO ONDE ESTÁ A CISTERNA, ONDE O PELOURINHO ESTÁ DIVIDIDO ENTRE A LUZ E A SOMBRA, ADEJA UM SILÊNCIO SUSSURRANTE. HÁ RESTOS DE CASAS, A ALCÁÇOVA, O TRIBUNAL, A CADEIA. E É ESTE CONJUNTO DE EDIFICAÇÕES EM RUÍNAS, O ELO MISTERIOSO QUE AS LIGA, A MEMÓRIA PRESENTE DOS QUE VIVERAM POR AQUI, QUE SUBITAMENTE COMOVE O VIAJANTE, LHE APERTA A GARGANTA E FAZ SUBIR LÁGRIMAS AOS OLHOS. IN "VIAGEM A PORTUGAL" José Saramago PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1998".

Miradouro
Seguindo o caminho de ronda sobre o adarve até ao extremo da muralha, consegue-se visualisar, nesse ponto, um vasto espaço que se estende desde a capela de Santa Bárbara, passando pela Devesa de Marialva e por toda a paisagem que a envolve.

Capela de Santa Bárbara
Localizada extramuros da Cidadela, a capela de Santa Bárbara ou da Curvaceira encontra-se situada no enfiamento do miradouro. De pequenas dimensões e planta quadrangular, está dotada de relógio e altifalantes. Este relógio é escutado em toda a freguesia, dependendo da direcção do vento.

Casa do Judeu
Esta habitação, cujo estilo é comprovadamente Judeu, atesta a sua passagem por esta aldeia.
As janelas do rés-do-chão, outrora portas de entrada, davam acesso à loja comercial e ao primeiro andar. A janela do primeiro andar possui uma cruz de cristãos-novos. Duas das janelas, uma no primeiro andar e outra no rés-do-chão desta habitação, estão exemplarmente decoradas, indício do poder económico dos seus proprietários.
Anexo a esta casa encontra-se o Posto de Turismo da Rede das Aldeias Históricas de Portugal. Está também situado junto à cisterna, no exterior da muralha medieval do Castelo de Marialva.

Cisterna
Uma cisterna é um reservatório de águas pluviais ou de águas obtidas pelos degelos. Utilizada maioritariamente para consumo, nomeadamente na alimentação, na higiene e na limpeza, é usada também para a rega.
Na arquitectura militar constituía-se em elemento essencial à sobrevivência das populações que habitavam as zonas intramuros dos castelos e fortalezas.
Quinhentista, esta cisterna localiza-se no largo do Cruzeiro, junto da casa do Judeu/Posto de Turismo.

Cruzeiro
Edificado no século XV, possui uma coluna que assenta numa base sobre oito degraus. No topo existiu, provavelmente, um crucifixo que lhe terá dado o nome e que, com o passar dos anos, terá entrado em ruína, não existindo, actualmente, qualquer vestígio da sua existência.
Situa-se no Largo do Cruzeiro, próximo da casa do Judeu, onde hoje funciona o Posto de Turismo.

Campanário
Erguido na muralha da Cidadela e de estilo Românico, foi desenhado para conter dois sinos.
No topo, foi colocada uma cruz dos Templários.

Capela de Nossa Senhora de Lourdes
Situada nas proximidades do campanário da muralha e de algumas sepulturas antropomórficas, foi, em tempos, dedicada a São João Baptista.
Edificada provavelmente no século XVII, recebeu, um século depois, a introdução de elementos decorativos em talha dourada e policromada.
A colocação posterior de uma nova cobertura interna ocultou as traves e as tábuas existentes pintadas com motivos vegetalistas.

Fontanário
Chafariz, fontanário ou simplesmente fonte, é uma construção provida de uma ou mais bicas, de onde jorra água potável.
Situa-se, regra geral, em local aberto à visitação pública, como praças e jardins.
Terá sido construído em 1721, tomando como certa a data epigrafada numa das pedras que o constitui. Possuidor de uma bica e um bebedouro, encontra-se, actualmente, em bom estado de conservação.

Casa do Leão
Casa quinhentista, está adornada com relevos de querubins e uma efígie renascentista. O balcão tem um corrimão que termina numa figura zoomórfica semelhante a um leão.

Drama
Localizado no Arrabalde e bem próximo do castelo, esta edificação serviu de palco de espectáculos da antiga vila.

Fonte de Mergulho
Fonte de mergulho ou de chafurdo, é uma fonte em que a água é retirada de uma cova pouco funda. Encontra-se, geralmente, num nível inferior ao do solo, podendo existir escadas de forma a facilitar o acesso à água. Habitualmente, a água está protegida por uma abóbada de pedra.

Casa Beirã
Casa tipicamente beirã, possui dois balcões: o primeiro, na fachada principal e o segundo, numa das paredes laterais. Ambos dão acesso ao piso superior onde se situa a habitação.
No piso inferior, a pequena porta à direita, dava acesso ao galinheiro. A porta da esquerda do mesmo piso é a entrada para a loja onde se guardavam os animais.
Encontra-se em bom estado de conservação.

Antiga Tulha
Construída inicialmente para fins religiosos, serviu como capela consagrada ao Senhor dos Passos.
Mais tarde, o edifício foi adaptado e transformado em tulha, como lagar de azeite.
Actualmente, é uma casa de habitação.

Casa das Freiras
Situada no Largo da Igreja de São Pedro, é um antigo convento de Freiras, actualmente remodelado e adaptado para turismo rural.

Fontanário
Chafariz, fontanário ou simplesmente fonte, é uma construção provida de uma ou mais bicas, de onde jorra água potável.
Situa-se, regra geral, em local aberto à visitação pública, como praças e jardins.
Localizado no Largo da Igreja de São Pedro, possui uma bica com torneira e um bebedouro. Actualmente, encontra-se em bom estado de conservação.

Igreja de São Pedro
Não existem registos precisos da data da sua fundação, embora em registos do ano 1320 consta que pertencia à Ordem de Cristo. A partir do século XVI, o templo sofreu profundas alterações, não restando quaisquer vestígios da antiga estrutura medieval.
Foi ampliada no século XVII, com a construção do corpo alpendrado e da sacristia, onde consta epigrafada a data de 1659. Possui nave única, coberta por tecto de madeira, um arco na cabeceira e capela-mor simples, com as paredes interiores decoradas com pinturas a fresco, e três entradas no templo: uma principal e duas laterais, possuindo, ainda, um campanário com dupla sineira. No átrio existe uma necrópole com sepulturas escavadas nas rochas e um passo da Via Sacra.
No interior, um conjunto de pinturas murais, a fresco e a seco, decora as paredes da nave. Destaca-se um fresco que representa o "Martírio de São Sebastião", inserido numa moldura inspirada em motivos mudéjares e rematada por um friso de motivos lombardos. Para além deste fresco, foram executadas, em épocas posteriores, algumas composições a seco, representando os Apóstolos e modelos arquitectónicos em "trompe l'oeil" (técnica artística que usa truques de perspectiva que geram ilusões ópticas, mostrando objetos ou formas que não existem realmente).
No século XVIII, renovou-se a cobertura da nave com a colocação de caixotões de madeira no tecto, cujas molduras são pintadas com figurações de santos da igreja. Edificados em 1735, os retábulos de talha dos altares da nave e da capela-mor, são de estilo barroco nacional.
No século XIX as paredes da nave do templo foram alteadas para que se pudesse edificar o coro-alto, resultando na destruição total da fachada principal e posterior reconstrução.

Solar do Marquês
Construída no século XVI, esta habitação brasonada pertenceu à família dos Meneses Coutinho. Residência de arquitectura modesta, foi alojamento de férias do Marquês de Marialva.
Casa típicamente beirã, conta com dois pisos: o rés-do-chão, onde se armazenavam os produtos agrícolas, e o piso superior, destinado a habitação.

Fonte de Mergulho
Fonte de mergulho ou de chafurdo, é uma fonte em que a água é retirada de uma cova pouco funda. Encontram-se, geralmente, num nível inferior ao do solo, podendo existir escadas de forma a facilitar o acesso à água. Habitualmente, a água está protegida por uma abóbada de pedra.

Casa das Arcadas Rústicas
Construída nos anos vinte do século passado, esta habitação salienta-se pelas suas arcadas rústicas que suportam o balcão que ladeia todo o andar superior.

Capela de Nossa Senhora da Guia
Situada a Noroeste da aldeia, esta capela é consagrada a Nossa Senhora da Guia, padroeira dos Navegantes.
Sem qualquer referência à data provável da sua edificação, presume-se, pela sua arquitectura, que tenha sido construída no século XX.
De planta rectangular de pequenas dimensões, possui, no seu interior, o altar, uma imagem de Nossa Senhora da Guia e quatro bancos, encostados às paredes laterais.

Capela de Nossa Senhora dos Remédios
Fundada em 1447, esta capela está edificada sobre as ruínas da Basílica do Fórum Romano que se estendia até à Casa do Templo.
No exterior, a torre sineira está adossada à capela e a fachada principal possui um púlpito destinado à pregação. No interior, conserva a imagem de Nossa Senhora dos Remédios, entre outras imagens religiosas, oriundas do Convento de Santo António de Vilares (século XVII), situado a cerca de 3 km de Marialva.

Casa do Templo
Esta casa e respectivo pátio está integrada no que se pensa ser a área de implantação do fórum augustano, Templo e Basilíca da Civitas Aravorum.
Medeando dois largos, a Este o Largo do Negrilho e a Oeste o Largo da Feira, foi neste local e nas imediações que foram encontradas algumas referências a materiais de construção do período romano (bases, capitéis, fustes de colunas, blocos de aparelho granitíco), e identificados elementos arquitectónicos em bom estado de conservação, provavelmente pertencentes a um primitivo templo romano.