
Porta Nascente
Esta porta, com o seu arco gótico, é o estandarte de Castelo Rodrigo.

Torre do Relógio
Esta torre foi construída sobre um torreão da muralha, tendo, no seu topo, um campanário.
Junto a esta torre existem duas sepulturas esculpidas no granito.

Porta Monumental do Palácio
Esta porta, principal e única entrada do Palácio, possui um brasão real, irreconhecível de tão desgastado.
O posto de turismo localiza-se junto à porta monumental do palácio, do seu lado direito.

Átrio do Palácio do Marquês de Castelo Rodrigo
Através deste local acede-se a uma pequena porta, a porta norte do Castelo, que, por sua vez, dá acesso à porta da traição e esta ao miradouro.
No centro, existe uma cisterna perfeitamente observável, apesar de possuir uma protecção de ferro.
Pensa-se que o Brasão-de-Armas que se encontra actualmente pousado no chão, pertenceria à torre de Menagem.
Actualmente, este espaço é utilizado para a realização de concertos e outros eventos culturais.

Porte Norte do Palácio
Esta porta, acessível a partir do átrio e que é parte integrante do Palácio, dá acesso à cisterna-túnel, à porta da traição e ao miradouro.

Cisterna-Túnel
Consta-se que este local teria sido a cisterna do castelo, talvez a hipótese mais provável, responsável pelo seu abastecimento de água. Igualmente se especula que, pelo túnel aí existente teria sido local de fuga dos habitantes do palácio.
Também se afirma que no final do túnel se encontram enormes fragmentos de granito. A existirem, seria impossível a passagem de qualquer indivíduo por este local.

Porta da Traição
Normalmente viradas para os campos, estas portas permitiam um rápido acesso ou refúgio e serviam como alternativa de saída em caso de cerco ou assalto à porta principal.
Esta porta dá acesso ao miradouro.

Miradouro
Deste ponto observa-se a vila de Figueira de Castelo Rodrigo e a magnífica paisagem que a rodeia.

Torreão do Palácio
Este torreão, um dos redutos defensivos do Palácio, está localizado no exterior do que resta da sua estrutura, a norte, e virado para a vila de Figueira de Castelo Rodrigo.

Ruínas do Palácio de Cristóvão de Moura
Historicamente, sabe-se que Afonso IX, de Leão (1188-1230), promoveu a construção de um castelo, que integrava a linha defensiva do Côa, juntamente com Castelo Melhor, Alfaiates, Castelo Bom e Almeida.
Paralelamente, edificou-se a mais setentrional das torres albarrãs actualmente em território nacional, hoje já inexistente, mas ainda desenhada por Duarte d'Armas nos inícios do século XVI.
O castelo deveria estar concluído, ou em fase adiantada de obras, em 1209, altura em que o monarca leonês passou a célebre carta de foro à localidade.
Menos de um século passado, Castelo Rodrigo viu-se no epicentro de uma das mais importantes querelas territoriais do Portugal medieval. Em 1296, D. Dinis conquistou a localidade e confirmou os foros passados por Afonso IX. Um ano depois, a fortaleza passou definitivamente para a coroa portuguesa, pelo Tratado de Alcanises.
Dom Dinis ordenou a construção das muralhas e do castelo, constituído por muralhas ameadas, torreões, uma grande torre de menagem, fossos e barbacã. Manda igualmente construir um imponente sistema de entrada principal, composto por arco quebrado axial, encimado por balcão de matacães, de que restam apenas os suportes inferiores, e ladeado por duas robustas torres quadrangulares, onde se inscreveram dois brasões reais.
Outra marca da reforma gótica foi a construção de uma torre de menagem quadrangular e adossada "ao muro do castelo pela banda de fora, voltada ao povoado amuralhado”. A par das restantes reformas no núcleo principal do castelo e da edificação de uma cerca que enquadrava o povoado, estas testemunhavam a vontade de D. Dinis em deixar clara a sua autoridade.
No início do século XVI, reconstruiu-se a torre de menagem e, em 1508, o monarca enviou Mateus Fernandes e Álvaro Pires para avaliar do estado da fortaleza. No final do século, em 1594, Filipe I elevou a localidade a condado, legando o título a Cristóvão de Moura.
Cristóvão de Moura, que chegou a ser vice-rei de Portugal, mandou erguer para sua residência, em 1590, no lugar da antiga alcáçova, um palácio de estilo maneirista, cercado por muros reforçados por cubelos, ornado com uma porta em estilo gótico.
Após 1640, com a Restauração da Independência, o paço foi arrasado pela população, que o via como uma marca do domínio espanhol, mesmo tendo o seu promotor falecido há quase três décadas, permanecendo em ruínas até à actualidade.
Com relevância militar ainda nos séculos XVIII e XIX, o Palácio foi parcialmente restaurado na década de 40 do século XX, mas só muito recentemente foi alvo de um programa global de intervenção.

Bombardeiras Cruzetadas
Estas bombardeiras são em forma de "T".
Eram postos de vigilância e defesa do Palácio.

Torreão da Muralha
Ao longo da história, as torres (torreões), têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante para o estabelecimento de posições defensivas e, também, para a obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo campos de batalha.
Foram instalados em paredes defensivas ou erguidos perto de um alvo.
Hoje, o uso estratégico das torres ainda é feito em prisões, campos militares e perímetros defensivos.
Este torreão, de características góticas, tem a forma cilíndrica e encontra-se em bom estado de conservação.

Porta do Sol
Esta é uma das três portas que fazem parte da muralha de Castelo Rodrigo, para além da porta nascente e da porta da traição.

Padrão Comemorativo da Restauração da Independência
Este padrão assinala os feitos de Castelo Rodrigo na Guerra da Restauração da Independência de Portugal.
É possuidor da seguinte inscrição:
"HONRA E GLÓRIA A C.RODRIGO 10-12-1640 – RESTAURAÇÃO 25-6-1664 CÊRCO 7-7-1664 BATALHA C.M. 1940"

Junta de Freguesia de Castelo Rodrigo
Edifício de planta rectangular com cobertura a duas águas, possui dois pisos.
A sua estrutura encontra-se em bom estado de conservação.

Igreja Matriz de Nossa Senhora de Rocamador
A Igreja Matriz de Castelo Rodrigo foi fundada no século XIII pela Confraria dos Frades de Nossa Senhora de Rocamador, uma confraria cuja missão era dedicada à assistência dos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela.
Dedicada a Nossa Senhora de Rocamador, ainda conserva da traça primitiva os contrafortes e a cachorrada, apesar de terem sido executadas campanhas de obras posteriores, nomeadamente nos séculos XVI e XVII.
De estilo românico, este templo divide-se em seis naves, possui um altar-mor de madeira policromada com ornatos dourados e o retábulo "rocaille" de transição é uma peça barroca datada de 1686.
O tecto da capela-mor é revestido de caixotões com painéis ornamentados, sobre madeira de castanho, com pinturas barrocas do século XVIII.
A Igreja está classificada como Monumento Nacional, desde 1922, e o tecto da mesma foi classificado como Imóvel de Interesse Público, em 05 de Dezembro de 1971.

Pelourinho de Castelo Rodrigo
Testemunha dos tempos do reinado de D. Manuel I e datando, provavelmente, do século XVI, ergue-se o Pelourinho, assente sobre cinco degraus que constituem o seu trono.
Os dois degraus inferiores possuem forma quadrangular. Os dois seguintes são octogonais, servindo o último de plataforma à coluna, que tem oito lados e remate superior quadrangular.
Do centro deste elemento eleva-se a coluna que arranca em pequena base quadrada, desenvolvendo-se em vara oitavada. Uma moldura, em cordão, contorna a parte superior do fuste, avolumando-o.
Aqui repousa a gaiola, de forma octogonal, decorada com lavores e com chapéu assente em colunelo central e em oito colunelos torsos e canelados, cujos capitéis são de feição manuelina. Como remate possui chapéu de secção circular em forma cónica.
É Monumento Nacional desde 04 de Julho de 1922.

Cisterna Medieval
Supostamente construída no século XIII, a cisterna contém evidentes marcas da presença moura, sendo considerada "a mais setentrional prova arquitectónica muçulmana em Portugal".
Com treze metros de profundidade e sessenta e três degraus, possui duas portas com o arco em ferradura: uma de estilo gótico e outra de estilo mourisco.
No século XV o local foi reaproveitado como sinagoga pelos judeus expulsos de Castela, pois os seus templos eram normalmente construídos junto a pontos de água a fim de permitirem as suas práticas e rituais.
Com o decreto de Édito de 1496 de D. Manuel I, os judeus foram obrigados a converterem-se ao Cristianismo, sendo estes rituais rapidamente abandonados.
A partir dessa altura, passou a ser utilizada como cisterna pública.

Casa da Cadeia
Erguida no século XVI, este edifício serviu como cadeia.
Mesmo sem a existência de gradeamento, são visíveis as perfurações nas empenas das portas.

Casa Nº 32
No estilo Manuelino, as paredes exteriores ou interiores dos edifícios são geralmente nuas, concentrando-se a decoração em determinados elementos estruturais como janelas, portais, arcos de triunfo, tectos, abóbadas, pilares e colunas, arcos, nervuras (ogivas, liernes e terceletes), frisos, cornijas, platibandas (óculos e contrafortes, além de túmulos, fontes, cruzeiros, etc., mantendo as edificações livres de ornamentação desnecessária.
Nesta habitação podem-se observar os pormenores marcadamente Manuelinos na decoração da janela.

Casa Nº 34
No estilo Manuelino, as paredes exteriores ou interiores dos edifícios são geralmente nuas, concentrando-se a decoração em determinados elementos estruturais como janelas, portais, arcos de triunfo, tectos, abóbadas, pilares e colunas, arcos, nervuras (ogivas, liernes e terceletes), frisos, cornijas, platibandas (óculos e contrafortes, além de túmulos, fontes, cruzeiros, etc., mantendo as edificações livres de ornamentação desnecessária.
Nesta habitação podem-se observar os pormenores marcadamente Manuelinos na sua decoração. Em especial, existe uma janela de cariz religioso, oriunda de uma capela.

Casa Nº 36
No estilo Manuelino, as paredes exteriores ou interiores dos edifícios são geralmente nuas, concentrando-se a decoração em determinados elementos estruturais como janelas, portais, arcos de triunfo, tectos, abóbadas, pilares e colunas, arcos, nervuras (ogivas, liernes e terceletes), frisos, cornijas, platibandas (óculos e contrafortes, além de túmulos, fontes, cruzeiros, etc., mantendo as edificações livres de ornamentação desnecessária.
Nesta habitação podem-se observar os pormenores marcadamente Manuelinos na decoração da janela.

Casa Nº 7
No estilo Manuelino, as paredes exteriores ou interiores dos edifícios são geralmente nuas, concentrando-se a decoração em determinados elementos estruturais como janelas, portais, arcos de triunfo, tectos, abóbadas, pilares e colunas, arcos, nervuras (ogivas, liernes e terceletes), frisos, cornijas, platibandas (óculos e contrafortes, além de túmulos, fontes, cruzeiros, etc., mantendo as edificações livres de ornamentação desnecessária.
Nesta habitação podem-se observar os pormenores marcadamente Manuelinos na decoração da porta e da janela.

Relógio de Sol
Um relógio de sol mede a passagem do tempo pela observação da posição do Sol.
À medida que a posição do sol varia, a sombra desloca-se pela superfície do mostrador, passando sucessivamente pelas linhas que indicam as horas.
Ao amanhecer a sombra estará bem longa, ao meio dia estará no seu tamanho mínimo e ao entardecer volta a alongar-se novamente.
O relógio do sol encontra-se situado na casa que faz frente para a Porta Nascente, no topo da parede da mesma e do seu lado esquerdo.

Torreão da Muralha
Ao longo da história, as torres (torreões), têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante para o estabelecimento de posições defensivas e, também, para a obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo campos de batalha.
Foram instalados em paredes defensivas ou erguidos perto de um alvo.
Hoje, o uso estratégico das torres ainda é feito em prisões, campos militares e perímetros defensivos.
Este torreão tem a forma cilíndrica e encontra-se em ruínas.

Torreão da Muralha
Ao longo da história, as torres (torreões), têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante para o estabelecimento de posições defensivas e, também, para a obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo campos de batalha.
Foram instalados em paredes defensivas ou erguidos perto de um alvo.
Hoje, o uso estratégico das torres ainda é feito em prisões, campos militares e perímetros defensivos.
Este torreão tem a forma cilíndrica e encontra-se em bom estado de conservação.

Torreão da Muralha
Ao longo da história, as torres (torreões), têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante para o estabelecimento de posições defensivas e, também, para a obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo campos de batalha.
Foram instalados em paredes defensivas ou erguidos perto de um alvo.
Hoje, o uso estratégico das torres ainda é feito em prisões, campos militares e perímetros defensivos.
Este torreão tem a forma cilíndrica e encontra-se em bom estado de conservação.

Torreão da Muralha
Ao longo da história, as torres (torreões), têm proporcionado aos seus usuários um recurso importante para o estabelecimento de posições defensivas e, também, para a obtenção de uma melhor visualização do território à sua volta, incluindo campos de batalha.
Foram instalados em paredes defensivas ou erguidos perto de um alvo.
Hoje, o uso estratégico das torres ainda é feito em prisões, campos militares e perímetros defensivos.
Este torreão tem a forma cilíndrica e encontra-se em bom estado de conservação.

Convento de Santa Maria de Aguiar
No início, Santa Maria de Aguiar terá sido, muito provavelmente, um mosteiro beneditino.
Por volta do ano de 1174, o mosteiro é doado por Fernando II de Leão quando constituía já uma filial da abadia leonesa de Moreruela (ramificação da abadia-mãe de Claraval).
Situado a cerca de três quilómetros de Figueira de Castelo Rodrigo, no antigo caminho para Almofala, este convento pertenceu ao bispado de Ciudad Rodrigo, tendo passado para a filiação do convento cisterciense de São João de Tarouca aquando da integração das terras de Riba-Côa no território português.
Principal centro do desenvolvimento agrícola, cultural e religioso da região, este convento foi devastado quer nas Invasões Francesas quer na época das lutas liberais.
O edifício data do século XIII e apresenta características arquitectónicas Românicas e Góticas. No século XVI foram realizadas algumas intervenções que deixaram marcas, como é o caso da porta Manuelina de ligação entre o transepto e a sacristia.
As remodelações operadas no século XVIII comprovam a integração do mosteiro na dependência de Alcobaça, através da colocação, em 1704, das armas cistercienses e do escudo nacional na Hospedaria.
Durante as Invasões Francesas, a Hospedaria foi transformada em hospital militar pelas tropas inglesas.
Já no século XIX, os monges foram espoliados dos seus bens e expulsos do convento que em 1840 é arrematado em hasta pública e comprado por Manuel António Marçal, que nele viveu entre 1849 e 1859.
Actualmente ainda subsiste a Hospedaria que, transformada numa unidade de Turismo de Habitação, ainda conserva o alpendre e as suas colunas em perfeito estado de conservação.
O Convento, composto pela igreja e pela casa conventual, foi classificado como Monumento Nacional a 17 de Dezembro de 1932 e foi restaurado em 1937.
O Convento de Santa Maria de Aguiar fica situado a 3 km de Figueira de Castelo Rodrigo, junto da estrada que une a vila e sede do concelho à freguesia de Almofala, no distrito da Guarda.