LINHAS FERROVIÁRIAS EXTINTAS

- Linha do Vouga -

Marcha de Sernada do Vouga a Ribeiradio


Num dos muitos túneis da etapa (2007)

Percurso com início na Estação Ferroviária de Sernada do Vouga e fim na estação Ferroviária de Ribeiradio.


Pontos altos desta actividade: O património ferroviário ainda existente neste troço da via. A passagem na Ponte Ferroviária do Poço de Santiago e pelos diversos túneis no percurso.


O trilho segue o leito da antiga via-férrea não existindo qualquer tipo de marcação. O leito da via entre a Estação Ferroviária de Sernada do Vouga e o Apeadeiro do Carvoeiro foi substituído por alcatrão. Entre a Foz do Rio Mau e um pouco depois de Cedrim o antigo leito da via foi convertido em ciclovia.


Percurso sem grandes desníveis, é apto para realizar a pé e de BTT. Linear, com cerca de 19 km de distância, é considerado um percurso fisicamente 'Moderado/Exigente'.




Marcha de Ribeiradio a Oliveira de Frades


Na ponte ferroviária dos Melos em Pinheiro de Lafões (2013)

Percurso com início na Estação Ferroviária de Ribeiradio e fim na Estação Ferroviária de Oliveira de Frades.


Pontos altos desta actividade: O património ferroviário ainda existente neste troço da via. A passagem nas Pontes Ferroviárias de Pinheiro de Lafões e pelos diversos túneis no percurso.


O trilho segue o leito da antiga via-férrea não existindo qualquer tipo de marcação.


Percurso sem grandes desníveis, é apto para realizar a pé e de BTT. Linear, com cerca de 17 km de distância, é considerado um percurso fisicamente 'Moderado'.




Marcha de Oliveira de Frades a São Pedro do Sul


Junto à locomotiva a vapor em Vouzela (2008)

Percurso com início na Estação Ferroviária de Oliveira de Frades e fim na Estação Ferroviária de São Pedro do Sul.


Pontos altos desta actividade: O património ferroviário ainda existente neste troço da via. A passagem nas Pontes Ferroviárias de Vouzela e das Termas de São Pedro do Sul e pelos diversos túneis do percurso.


O trilho segue o leito da antiga via-férrea não existindo qualquer tipo de marcação. A via foi alterada devido à construção de estradas e imóveis em diversos pontos, sendo os pontos mais descaracterizados em Oliveira de Frades e nas termas de São Pedro do Sul.


Percurso sem grandes desníveis, é apto para realizar a pé e de BTT. Linear, com cerca de 16 km de distância, é considerado um percurso fisicamente 'Moderado'.




Marcha de São Pedro do Sul a Viseu


Passagem na Estação de Bodiosa (2007)

Etapa com início na Estação Ferroviária de São Pedro do Sul e fim no local onde em tempos existiu a Estação Ferroviária de Viseu.


Pontos altos desta actividade: O património ferroviário ainda existente neste troço da via. A passagem na Ponte Ferroviária do Pego, em São Pedro do Sul, e pelos diversos túneis do percurso.


O trilho segue o leito da antiga via-férrea não existindo qualquer tipo de marcação. A antiga via-férrea a partir da estação da Bodiosa foi bastante alterada devido à construção de estradas e imóveis. Estas estruturas dificultam o seguimento do que resta da via até Viseu. Em Viseu a estação foi destruída restando poucos vestígios do local onde esta existiu.


Percurso sem grandes desníveis, é apto para realizar a pé e de BTT. Linear, com cerca de 27,5 km de distância, é considerado um percurso fisicamente 'Exigente'.


Num dos muitos túneis da etapa (2007)

Na ponte ferroviária dos Melos em Pinheiro de Lafões (2013)

Junto à locomotiva a vapor em Vouzela (2008)

Passagem na Estação de Bodiosa (2007)