BTT pelos Moinhos da Portela de Oliveira

 

Ficha Técnica

 


 

Antes de iniciar o percurso recomenda-se uma observação cuidada do Palácio, caminhar um pouco pelo seu jardim e visitar o Convento de Santa Cruz do Buçaco. Inicia-se depois o percurso pela serra.

Partindo do palácio o objectivo é chegar à Cruz Alta.

O percurso não é propriamente adequado, pelo menos em parte, à bicicleta. Porém, seguindo pelo caminho do Calvário é possível pedalar em grande parte. No entanto, o desnível do percurso e o facto de ser em paralelo dificulta bastante o equilíbrio na bicicleta.

Na fase final de acesso à Cruz Alta o caminho passa a escadaria e a solução é carregar a bicicleta às costas.

Na Cruz Alta é obrigatório contemplar a paisagem no seu miradouro.

Sai-se da Mata do Buçaco pela Porta da Cruz Alta. Após a porta vira-se à direita e depois sai-se por um trilho à esquerda.

O trilho desce um pouco e depois faz uma curva apertada novamente à esquerda. O caminho, nesta fase, apresenta algumas descidas acentuadas e por vezes perigosas, devido à existência de pedra solta.

Quando surge um entroncamento o trilho escolhido é o da direita e mais à frente, numa bifurcação, escolhe-se o caminho ascendente que surge à esquerda. No final da subida é possível visitar o Posto de Comando do General Wellesley, Duque de Wellington, comandante das tropas luso-britânicas durante a Batalha do Buçaco. Para isso vira-se à direita e pedala-se mais um pouco.

Regressa-se depois pelo mesmo caminho até a um largo estradão e vira-se à direita para se iniciar uma descida relativamente acentuada e longa.

Mantendo sempre o estradão chega-se à estrada que liga o Buçaco a Penacova. O caminho a seguir é a estrada que sobe na direcção da Portela de Oliveira. Em subida acentuada a estrada bifurca, quase no topo, e ambos os caminhos levam ao mesmo sítio. Talvez seja mais fácil seguir pela estrada da direita. No final da mesma pode-se visitar um conjunto de moinhos, alguns em bom estado de conservação.

Neste espaço está situado o Moinho Vitorino Nemésio, o Museu do Moinho, que desconhecemos se já reabriu ao público, e à data existia um bar/restaurante. Deste ponto elevado é possível uma vista privilegiada sobre a serra e arredores. Em especial é possível observar o núcleo de Moinhos de Gavinhos na encosta oposta.

Desce-se pela mesma estrada por onde se subiu virando-se à direita no final da mesma, iniciando uma descida bastante acentuada. O destino é a pequena povoação de São Paulo. Atravessa-se a povoação e segue-se depois por trilhos, normalmente entre eucaliptos, até à povoação de Carvalho Velho.

Passando a povoação sai-se por um trilho à esquerda descendo acentuadamente na direcção da Ribeira de Santo António do Cântaro.

A descida é longa, em ziguezague e bastante acentuada. É necessário ter muito cuidado na descida.

Chegando à estrada segue-se para o lado esquerdo iniciando uma subida à povoação de Carvalho. Já com a povoação em vista é possível sair por um trilho à direita e evitar subir por estrada. Já na povoação pode-se aproveitar para reabastecer de água junto a um pelourinho.

Sai-se da povoação pela estrada da esquerda na direcção do seu cemitério. Deixa-se a estrada principal para seguir por uma estrada secundária que sobe acentuadamente. A mesma muda de direcção e na curva acima sai-se em frente por um trilho. Por vezes este trilho encontra-se cheio de ramos e restos de eucaliptos o que torna difícil a circulação. O trilho passa depois ligeiramente abaixo do cemitério.

O caminho continua sob eucaliptos na direcção de uma pequena povoação que julgamos chamar-se Santo António do Cântaro. Passa-se pela povoação e pouco depois vira-se para a estrada, à esquerda, que desce acentuadamente. Após atravessar uma linha de água e quando começa a subir deve desviar-se à direita para um trilho. Também este pode não estar completamente limpo. O caminho segue à esquerda da linha de água, por algum tempo, até se sair à esquerda, por um trilho ascendente, na direcção da povoação da Pendurada.

Na Pendurada segue-se por estrada para a povoação de Cerquedo. Havia um fontanário nessa localidade que permitia o reabastecimento de água (na última vez que lá passámos não estava a funcionar).

Do fontanário sai-se à direita pela estrada que sobe na direcção do Buçaco. Segue-se sempre em frente e quando a estrada bifurca opta-se pela estrada da direita (antigamente um estradão). Durante a subida pela estrada é possível sair para uma espécie de caminho que surge do lado direito. Este desce uns metros e depois surge um outro do lado esquerdo.

Esse caminho quase que segue o trajecto da estrada embora uns bons metros mais abaixo. Termina junto a um parque de merendas e daí até à estrada é um pequeno esforço suplementar.

Na estrada sobe-se ligeiramente para depois se descer até à Porta de Sula e ao obelisco comemorativo da Batalha do Buçaco.

Novamente por estrada, passa-se pelo Museu Militar e entra-se pouco depois na Mata do Buçaco pela Porta da Rainha.

Desta porta é só seguir a estrada até ao Palácio onde se dá por terminada a actividade.