Ficha Técnica
Esta BTT baseou-se no percurso identificado como “T1” descrito no livro “À descoberta da Estrela”.
A actividade é iniciada na povoação de Videmonte, situada a cerca de 18 km da cidade da Guarda.
A saída de Videmonte faz-se em subida acentuada até terminar a estrada alcatroada e se entrar em estradão. O objectivo é chegar a Porto de Melo. O percurso segue, normalmente, por estradões em terra batida.
Sempre em subida permanente vai-se passando perto do marco geodésico de São Domingos, onde se poderá ter uma vista magnífica sobre Folgosinho, e depois pelo marco geodésico dos Galhardos. Passado este último inicia-se uma descida até à Portela. No cruzamento de caminhos segue-se para a direita.
No lado direito do caminho, um pouco abaixo deste, existia um fontanário onde era possível reabastecer de água (não confirmámos a sua existência na última vez).
Vira-se depois para um trilho ascendente que surge do lado esquerdo do caminho, no sentido do São Tiago. Uns metros depois é um bom lugar para pernoitar, junto a um fontanário. Bom local para acampar, tem água e um muro excelente para meter a roupa a secar ou para pousar os fogões de campanha. Acampámos neste lugar em 2004 e em 2014.
A subida à Santinha, marco geodésico junto a uma torre de observação de incêndios, é bastante acentuada e longa. Pelo caminho o São Tiago fica para trás. Supomos que este seja algo como uma capela, mas o facto de ser necessário sair do caminho principal e ser ainda um pouco afastado deste, não é motivante para lá ir espreitar. Na Santinha, ponto elevado e exposto, situado aos 1595m de altitude, correm normalmente ventos fortes e gelados.
A partir deste ponto inicia-se a descida até à estrada que nos levará ao Vale do Rossim. Pelo caminho passa-se pelos marcos geodésicos do Malhão e Taloeiro. No Vale do Rossim, junto à barragem, existe um fontanário e alguns cafés que, provavelmente, só funcionarão em algumas épocas do ano.
Deixa-se a barragem saindo para a direita por um estradão com ar de ter sido construído recentemente.
Deve-se manter sempre esse caminho, evitando desviar para qualquer outro que o cruze.
O mesmo termina na barragem do Lagoacho, uma infra-estrutura que entrou em funcionamento em 1993 e se situa no concelho de Gouveia, perto da povoação do Sabugueiro.
Passa-se sobre a própria barragem sendo depois necessário carregar com as bicicletas às costas, subindo pela encosta situada em frente.
Acabada a subida é possível pedalar novamente até chegar de novo ao caminho.
Continua-se a pedalar até chegar à estrada que liga o Sabugueiro à Torre. Vira-se à esquerda subindo um pouco pela mesma na direcção da Torre.
Umas dezenas de metros depois sai-se para um trilho ascendente situado no lado esquerdo da estrada. Este é fortemente ascendente em sentido contrário àquele em que nos dirigíamos. Depois o trilho muda de direcção e encaminha-se para uma habitação que é a câmara de carga da conduta da Central do Sabugueiro.
O caminho segue ao lado de uma espécie de levada, a meia encosta, até que após uma curva é possível observar o muro da Barragem da Lagoa Comprida.
Sempre a meia encosta o caminho vai ter à Barragem da Lagoa do Covão do Forno.
Passa-se sobre a barragem e depois o trilho segue sobre a conduta que vai até à estrada, perto da Lagoa Comprida. Mais um pequeno esforço e damos por terminada a travessia junto à barragem da Lagoa Comprida.