Marcha da Guarda a Loriga – Etapa 3

 

 

Da Portela (Gouveia) à Lagoa do Covão dos Conchos

 

Ficha Técnica

 

Esta marcha baseou-se no percurso identificado como “T1” descrito no livro “À descoberta da Estrela”.

A subida à Santinha, marco geodésico junto a uma torre de observação de incêndios, é bastante acentuada e longa. Pelo caminho o São Tiago fica para trás.

Supomos que este seja algo como uma capela, mas o facto de ser necessário sair do caminho principal e ser ainda um pouco afastado deste, não é motivante para lá ir espreitar. Na Santinha, ponto elevado e exposto, situado aos 1595m de altitude, correm normalmente ventos fortes e gelados.

A partir deste ponto inicia-se a descida até à estrada que nos levará ao Vale do Rossim.

Pelo caminho passa-se pelos marcos geodésicos do Malhão e Taloeiro e por um curioso edifício em ruínas que , pelos vistos, pertenceu aos Serviços Florestais.

No Vale do Rossim, junto à barragem, existe um fontanário e alguns cafés que, provavelmente, só funcionarão em algumas épocas do ano.

É importante abastecer de água porque a partir deste ponto entra-se na zona mais selvagem da serra. Não há zonas habitadas, os caminhos passam a pé posto ou mesmo caminha-se fora de trilho.

Sai-se da barragem subindo um caminho degradado na direcção da Fraga das Penhas, passando à direita do seu marco geodésico. Continua-se na direcção do Covão das Lapas e depois na direcção do Covão dos Conchos, onde existe uma lagoa. Para o novo acampamento escolhemos um local não muito longe da lagoa, dando assim por terminada mais uma etapa.