Marcha da Guarda a Loriga – Etapa 2

 

 

De Vila Soeiro (Quinta do Paixão) ou Trinta à Portela (Gouveia)

 

Ficha Técnica

 

Esta marcha baseou-se no percurso identificado como “T1” descrito no livro “À descoberta da Estrela”.

Saindo da Quinta do Paixão o percursos segue primeiro por um trilho de pé posto e depois por um estradão. A determinada altura é necessário abandonar o estradão, fora de trilho, na direcção da estrada que leva a Videmonte. A descoberta do melhor caminho a trilhar, até à estrada, não é fácil, mas com calma lá se conseguirá.

Na povoação, existem alguns pontos de interesse a observar, tais como, a Igreja Matriz de São João Baptista, a Capela de Santo António, as inúmera casas em xisto. Há também um café onde se pode mitigar a sede e a fome.

Videmonte é a última povoação que passamos até acabar a travessia em Loriga. A partir deste ponto ficamos entregues a nós próprios.

A saída de Videmonte faz-se em subida acentuada até terminar a estrada alcatroada e se entrar em estradão. O objectivo é chegar a Porto de Melo. O percurso segue, normalmente, por estradões em terra batida.

Sempre em subida permanente vai-se passando perto do marco geodésico de São Domingos, onde se poderá ter uma vista magnífica sobre Folgosinho, e depois pelo marco geodésico dos Galhardos, onde perto se encontra a Cabeça do Faraó, um formação rochosa magnífica.

Passado este último marco geodésico inicia-se uma descida até à Portela. No cruzamento de caminhos segue-se para a direita.

No lado direito do caminho, um pouco abaixo deste, existia um fontanário onde era possível reabastecer de água (não confirmámos a sua existência na última vez).

Vira-se depois para um trilho ascendente que surge do lado esquerdo do caminho, no sentido do São Tiago. Uns metros depois é um bom lugar para pernoitar, junto a um fontanário. Bom local para acampar, tem água e um muro excelente para meter a roupa a secar ou para pousar os fogões de campanha. Acampámos neste lugar em 2004 e em 2014, dando por fim a mais uma etapa.