
Almograve
Almograve é uma pequena povoação que pertence a uma das mais recentes freguesias do concelho de Odemira, Longueira/Almograve.
Criada em 12 de Junho de 2001, por desmembramento da freguesia de São Salvador, iInclui as localidades de Longueira, Cruzamento do Almograve e Almograve, localidade sede da nova freguesia.
A sua área estende-se entre o mar e a margem Sul do Rio Mira (a jusante de Odemira), onde a charneca e o vale do rio dominam a paisagem. A sua costa oferece bonitas praias encaixadas nas falésias e com extensos areais, como a Praia das Furnas, junto da foz do Mira, ou a própria Praia do Almograve.
Ao nível económico, a freguesia depende da agricultura, pecuária, pesca (existe perto do Almograve o Porto de Pesca de Lapa de Pombas), e do turismo, sobretudo no Verão.
A sua costa oferece bonitas praias encaixadas nas falésias e com extensos areais, como a Praia das Furnas, junto da foz do Rio Mira, ou a própria praia do Almograve.
Para além das bonitas praias, destaque também para a igreja do Almograve e para o Moinho de Vento da Longueira, propriedade da Câmara Municipal de Odemira e disponível para visitas.

Cavaleiro
Cavaleiro é uma pequena povoação que pertence à freguesia de São Teotónio, concelho de Odemira.
Esta aldeia, com cerca de 600 habitantes que, por se ter mantido à margem do turismo mais massificado, aprendeu a apostar na diversificação da economia.
As suas gentes vivem do comércio, da pesca e da agricultura, com relevo para a produção de batata-doce, e beneficiam também, sazonalmente, de quem os visita. Por isso não há tempo para “hibernar” nos meses de Inverno.
Cavaleiro, aldeia pouco badalada, mas onde a pesca à linha do Sargo tem uma presença constante e os percebes têm mais sabor que em qualquer outro sítio da Costa Sudoeste.

Farol do Cabo Sardão
Farol do Cabo Sardão é um farol português que se localiza na Ponta do Cavaleiro no Cabo Sardão, freguesia de São Teotónio, na Vila de Odemira, distrito de Beja.
Trata-se de uma torre quadrangular branca, em alvenaria, com edifício a nexo encimada por lanterna cilíndrica vermelha, tem 17 metros de altura.
Proposto pela primeira vez em 1883, o farol do Cabo Sardão só seria construído no início do século XX e só começou a funcionar em 1915.
Este farol foi construído com a torre do lado de terra, ao contrário de todos os outros faróis com estruturas e localizações similares. Possivelmente o construtor terá usado a planta rodada de 1800.
Em 1950, o farol foi electrificado com montagem de grupos electrogéneos. A fonte luminosa deixou de ser a gás de petróleo sendo substituída por uma lâmpada de 3000 watts. Até aos anos cinquenta do século passado, o serviço de entrega e recepção de correio do farol era feito por uma estafeta, cujo vencimento era de 200$00 mensais, destinado a retribuir «16 viagens por mês, a pé, de mais de 20 quilómetros cada, e por péssimo caminho, parte dele quase intransitável no Inverno», viria pouco mais tarde a ser aumentada para 300$00.
O farol foi ligado à rede eléctrica de distribuição pública em 1984. A potência da fonte luminosa foi reduzida, sendo instalada uma lâmpada de 1000 watts.
Cabo Sardão
Entre Almograve e a Zambujeira do Mar fica o ponto mais ocidental da costa alentejana, o Cabo Sardão. Resguardado por um farol, este é um lugar de reconciliação absoluta com a paisagem terrestre e marítima.
É detentor de imponentes escarpas cavadas a pique em direcção a um mar possante e, ao mesmo tempo, sereno, confrontado com um horizonte de planícies infindáveis, cobertas por uma vegetação rasteira e verdejante.
É um ponto de passagem ao longo da estrada costeira que liga Almograve à Zambujeira. Para atingir o Cabo Sardão passa-se pelo Cavaleiro, aldeia pouco badalada, mas onde a pesca à linha do Sargo tem uma presença constante e os Percebes têm mais sabor que em qualquer outro sítio da Costa Sudoeste.
Na segunda metade do século XIX, a mal iluminada costa portuguesa foi objecto de planos de iluminação para melhorar a segurança da navegação. Proposto pela primeira vez em 1883, o Farol do Cabo Sardão entrou em funcionamento apenas a 15 de Abril de 1915.
Mais à frente, junto à falésia, podem-se admirar os veios cravados nas paredes rochosas, as pequenas ilhotas ao longo da costa, os muitos casais de cegonha-branca que só aqui e apenas nesta costa escolheram o seu local de nidificação. Entre as aves típicas desta região são ainda avistáveis os falcões-peregrinos, gralhas-de-bico-vermelho e, excepcionalmente, francelhos.

Praias de Almograve e Zambujeira do Mar
A costa de Almograve e arredores oferece excelentes praias encaixadas nas falésias e com extensos areais, como a Praia do Brejo Largo ou a própria Praia de Almograve. Constituídas por duas partes distintas de praia, em que uma delas é formada por rochas e arribas de xisto, a Praia de Nossa Senhora, e a Praia de Almograve, que apresenta um longo areal que vai de encontro às dunas. A Praia da Foz dos Ouriços é uma pequena baía detentora de uma beleza natural extraordinária, com um areal pouco profundo mas extenso. Segue-se a Praia de Lapa de Pombas, uma pequena baía com mar transparente, com algumas rochas no fundo do mar e uma encosta a proteger do vento.
Zambujeira do Mar, integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, é debruada a falésias e pequenas praias que, fora da época alta turística, são paraísos usados por poucos. Destaca-se, além da praia central da Zambujeira, a Praia do Tonel, a Praia da Bica, a Praia de Nossa Senhora e a Praia dos Alteirinhos.

Zambujeira do Mar
Zambujeira do Mar é uma antiga freguesia portuguesa do concelho de Odemira. Foi elevada a freguesia em 30 de Junho de 1989 (pertencia antes à freguesia de São Teotónio), sendo a mais pequena do concelho e fica no Alentejo.
Com a Reorganização Administrativa Territorial (RAT), em 29 de Setembro de 2013 a freguesia de Zambujeira do Mar foi extinta e passou, de novo, a fazer parte do território da Freguesia de São Teotónio.
A sua costa, integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, é debruada a falésias e pequenas praias que, fora da época alta turística, são paraísos usados por poucos. Destacam-se, além da praia central da Zambujeira, as praias dos Alteirinhos, Nossa Senhora, Arquinha e Tonel.
A principal actividade é o turismo, mas são também relevantes a agricultura, a pecuária e a pesca, albergando um dos quatro portos do concelho, o Porto da Entrada da Barca. Nos últimos anos, tem crescido bastante o turismo rural, com um punhado de empreendimentos de qualidade em redor da aldeia.
Em Agosto realizam-se os três maiores eventos do calendário Zambujeirense: na 1.ª semana do mês, o Festival do Sudoeste, o maior dos festivais de música de Verão do país, sediado a alguns quilómetros da aldeia; a 15 de Agosto, as festas religiosas e procissão dedicadas à padroeira local, Nossa Senhora do Mar e a 29 de Agosto, a feira anual.