De Vila Pouca de Aguiar a Vidago – Etapa 3

 

Ficha Técnica

 

 

A partida em Vila Pouca de Aguiar fica marcada pelo desaparecimento do leito da via. Segue-se agora pela estrada que vai ter à Central de Camionagem, efectuando uma curva forte à direita.

Em frente à central e do lado direito do complexo desportivo surge uma ciclovia que é o antigo leito da via-férrea.

A ciclovia prolonga-se por diversos quilómetros até à estação de Pedras Salgadas. Neste ponto, a via encontra-se alterada mas, seguindo uma espécie de parque radical, chega-se a uma rotunda. Aqui surge novamente a ciclovia que, um pouco mais adiante, atravessa a estrada, para o seu lado direito.

Torna-se agora uma recta interminável, sendo a passagem no antigo apeadeiro de Sabroso o momento mais interessante.

Muito depois do apeadeiro e já com Vidago à vista, a ciclovia acaba.

Para os ciclistas parece que há hipótese de seguir para a estrada por um caminho que surge do lado esquerdo. Para os caminheiros começa a tortura do balastro.

Para descer ao vale a via efectua uma volta de quase quatro quilómetros em que o piso, em grande parte, está coberto pelo balastro. Após a passagem no apeadeiro de Loivos a via desaparece entre o mato.

Para os fundamentalistas, o percurso faz-se umas dezenas largas de metros entre mato e balastro. A via volta a ser em terra batida depois da passagem por uma antiga casa de apoio à linha. Existe alternativa a esta parte se, após Loivos, se virar num estradão situado à esquerda da via.

A partir deste ponto e até Vidago a via não oferece grande dificuldade e o piso mantém-se em terra batida. Pelo caminho passa-se nos apeadeiros de Oura e de Salus.