De Candal a Covelo de Paivô – Etapa 3

 

Ficha Técnica

 

 

Esta etapa tem início na Igreja do Candal.

Percorrem-se algumas ruelas da povoação, após as quais se entra num estradão de terra batida bastante largo.

Ao longo da descida a Ribeira do Paivô acompanha o percurso, correndo ao fundo da ravina. No outro lado e na fase inicial do estradão, pode observar-se a povoação de Póvoa das Leiras, a parte montanhosa e escarpada do Alto da Cota, com o seu parque eólico, o Trilho dos Incas e a Serra da Ribeira que nos acompanha até Covelo de Paivô e que servirá para regressarmos ao Candal.

O estradão continua de forma descendente até à povoação, tornando-se mais inclinado à medida que nos vamos aproximando de Covelo de Paivô. Durante a descida devemos manter o estradão principal que, na parte final, deriva para a esquerda até chegarmos ao Rio Paivô.

O estradão termina numa estrada que fica junto ao rio. Atravessa-se o rio pela ponte que se encontra nas proximidades e que nos permite chegar à povoação.

Na aldeia seguem-se as indicações do GR28, para logo as abandonar quando o GR28 começa a subir. Deve-se então descer para a parte mais baixa da povoação atravessando uma velha ponte de estilo romano.

Deixa-se a ponte e a povoação para trás caminhando na direcção do Rio Paivô. A passagem do rio deve ser feita por umas poldras que em certos períodos do ano poderão estar debaixo de água. Pelo menos algumas delas.

Atravessado o rio dá-se início à parte mais dura desta etapa.

Inicia-se a subida pelo caminho situado em frente às poldras. Segue-se depois o caminho que surge à esquerda e que parece voltar para trás. Esta parte do trilho sobe em ziguezague e o declive vai-se tornando bastante acentuado.

Passando a parte das curvas começa-se a subir, quase a direito, por um caminho de pedra solta e com forte inclinação. Em pouco tempo de subida a povoação de Covelo de Paivô vai ficando cada vez mais pequena no fundo do vale encaixado.

A subida é longa mas na parte final aligeira bastante o declive, seguindo por um velho trilho de pé posto, umas vezes lajeado e outras já meio dissimulado no mato.

Nesta fase começa-se a ver o percurso que se efectuou durante a descida, do outro lado da Ribeira do Paivô e bem abaixo da altitude a que nos encontramos agora.

O trilho termina numa zona de mato mais denso e algum arvoredo pelo que o ideal é subirmos para a zona central da cumeada. Ali encontraremos um trilho de pé posto que nos acompanhará até ao final da subida.

A caminhada pela cumeada na direcção do Alto da Cota, zona das eólicas, é, por vezes, bastante acentuada.

Chegando à primeira torre de alta tensão inicia-se uma das fases mais acentuadas do percurso. O trilho de pé posto começa junto à base da torre.

Do trilho, que faz parte do denominado “Trilho dos Incas”, pode-se observar as Minas de Regoufe e toda a envolvente da serra com uma paisagem magnífica.

Sempre a subir a encosta chega-se às “Três Marias”, um trio de árvores dispostas ao lado umas das outras. Uma delas actualmente já está morta e bem seca.

A passagem pelas árvores acontece numa fase de declive acentuado que se prolonga por mais umas dezenas de metros. Terminada a subida surgem umas mariolas numa bifurcação no caminho de pé posto. O caminho que segue em frente permite chegar ao Alto da Cota, mas o trilho que interessa é o que desvia fortemente à direita. Esse trilho levar-nos-á à entrada da parte do percurso que deu nome ao “Trilho dos Incas”, um trilho lajeado a meia encosta, que nos levará à povoação de Póvoa das Leiras. A entrada nesta parte particular do percurso lajeado deve ser feita com a máxima atenção atendendo a que é um zona de falésia. Uma escolha errada de trilho pode tornar-se muito perigosa.

Atravessada a povoação e já junto à estrada que liga ao Candal surge a placa de indicação do “PR2 – Rota das Bétulas” (São Pedro do Sul) que nos levará até ao final da etapa, à povoação do Candal.

Esta parte do percurso é composta por uma descida bastante acentuada, em estradão, através de zona arborizada e leva-nos a atravessar, por uma pequena ponte, a Ribeira do Rio Paivô. Este ponto é de grande beleza.

Inicia-se depois uma ligeira subida na direcção do Candal. Esta parte final do percurso tem algumas fases de subida, não demasiadamente acentuadas, e percorre zona de campos até chegar à povoação. Na mesma percorremos algumas ruelas até chegarmos à igreja local, dando por terminada esta etapa.