De Tebilhão a Candal – Etapa 2

 

Ficha Técnica

 

 

Esta etapa tem início junto à capela de Santa Bárbara, em Tebilhão.

Na entrada para a aldeia, junto aos moinhos de água, encontra-se a placa do GR28. Por esse caminho desce-se até à aldeia, atravessando a mesma a caminho de Cabreiros e seguindo em simultâneo o percurso “PR6 – Caminho do Carteiro” (Arouca).

Após a passagem pela povoação o trilho decorre por caminhos entre campos lavrados descendo até à ribeira de Tebilhão. A passagem sobre a ribeira é feita através de uma velha ponte junto a uma alminha e a um velho moinho de água.

A partir desse ponto o percurso inicia a subida a Cabreiros. Numa primeira fase a subida é mais íngreme mas, com o aproximar da povoação, vai-se tornando um pouco mais suave.

Na chegada a Cabreiros o percurso vira à direita, subindo a povoação e afastando-se do PR6. Sobe até chegar à estrada na qual segue até à povoação do Candal.

É nesta fase que o percurso abandona o GR28 e segue agora pelo percurso “PR2 – Rota das Bétulas” (São Pedro do Sul). A partir do Candal e até se chegar ao Parque Eólico das Chãs a subida é única e constante. A primeira parte, ainda dentro da povoação, segue por um caminho em paralelos, passando depois a um trilho empedrado. Um pouco mais acima o caminho está degradado devido a obras de construção da continuação da variante que vem até ao Candal.

No percurso aberto pelas máquinas vira-se um pouco à direita e depois sobe-se por uma ladeira com marcas dos rodados das máquinas, também ela degradada. Um pouco mais acima entra-se finalmente no antigo e bonito trilho que sobe a encosta. O trilho é empedrado, com vestígios de antigos rodados cravados nas rochas.

A subida é longa, por vezes escorregadia, devido ao empedrado do percurso, apresentando um desnível considerável.

A chegada às eólicas marca o final da subida e o trilho dirige-se ao estradão de acesso a esses monstros metálicos.

No estradão afastamo-nos do PR2, seguindo para a direita na direcção da eólica mais a Ocidente. Duas eólicas antes da última saímos do estradão para o lado esquerdo, fora de trilho, passando por pedras e mato e descendo para o estradão da linha de eólicas situada mais abaixo.

No estradão viramos para a direita, saindo pouco depois do mesmo por um velho trilho meio dissimulado no terreno.

As ruínas das antigas Minas das Chãs surgirão à nossa direita e, após um curva no caminho, chegaremos ao antigo edifício da lavaria e a outros edifícios em completa ruína.

Junto aos edifícios existe uma entrada para uma das minas, um pouco escondida pelo mato.

O percurso continua pelo antigo trilho mineiro descendo na direcção de Cabreiros. Numa primeira bifurcação segue-se pelo caminho da direita e em breve o trilho torna-se mais descendente e degradado.

O caminho a trilhar deve ser sempre o descendente e após longa descida em ziguezague encontra-se uma encruzilhada composta por três caminhos. Opta-se pelo caminho do meio situado à esquerda de quem desce. Este pequeno troço leva-nos directamente à estrada que liga Manhouce a Cabreiros.

Desce-se um pouco pela estrada até aparecer um caminho em paralelo, no lado direito da mesma. Esse caminho passa no interior de Cabreiros e leva-nos até à estrada principal, evitando algumas centenas de metros a mais de caminhada em alcatrão.

Da estrada segue-se na direcção do cruzeiro, situado em frente, e daí na direcção da igreja local.

Passa-se junto à igreja e vira-se, de seguida, à esquerda, descendo por um caminho empedrado até passar sobre uma pequena ribeira.

O trilho segue entre muros e desce por entre alguma vegetação. Este caminho com o solo molhado é bastante escorregadio.

No final da descida segue-se para a esquerda por um trilho de pé posto que acaba por seguir ao longo de uma velha levada de água.

A levada é interrompida por um caminho que a cruza, mas o nosso percurso segue novamente pela levada que surge do outro lado do referido caminho. Deve-se ignorar o caminho descendente.

Pela levada ou pelo muro da mesma continua-se a caminhada até a uma mariola que surgirá um pouco mais à frente no lado direito do muro. A levada termina pouco depois junto a um velho portão. Se chegar ao portão volte ligeiramente atrás.

Saindo junto à mariola inicia-se uma descida, entre vegetação, na direcção de forte ruído de água a correr. Pelo caminho algumas passagens estreitas entre pedras relembram os tempos em que estas passagens impediam o gado de prosseguir o caminho.

Uma pequena ponte permite ultrapassar a ribeira sob a qual a água corre e salta pelas pedras do leito acidentado.

Após a passagem pela ponte o caminho continua para o lado direito e desce depois para junto de um velho moinho de água abandonado e em ruína. Este caminho, quando molhado, pode ser bastante escorregadio. Junto ao moinho mais uma ponte permite a passagem sobre nova ribeira. Após a ponte inicia-se uma subida algo íngreme, sobre pedras polidas e escorregadias, até aos campos de Tebilhão.

Já nos campos visualiza-se a aldeia de Tebilhão e, no sentido oposto, a aldeia de Cabreiros. Seguindo o trilho rapidamente se chega à povoação e, já dentro dela, segue-se pelo caminho que surge do lado esquerdo. Sobe-se até ao ponto onde iniciámos a actividade, a Capela de Santa Bárbara.