
Vilarinho
Vilarinho é uma pequena povoação que pertence à freguesia de Macieira, concelho de Vila do Conde.
É lugar de cruzamentos de importantes vias desde o tempo dos romanos.
Uma dessas vias é, há muitos séculos, percorrida por muita e diversa gente com uma meta comum: Santiago de Compostela.
Vilarinho é um ponto obrigatório, de paragem ou passagem, do Caminho Português de Santiago, Central ou Histórico, como também é conhecido, que une o Porto a Santiago de Compostela.

Ponte Dom Zameiro
A construção desta ponte, segundo inquirições de D. Afonso II do ano 1220, beneficiou de um donativo de D. Afonso Henriques. D. Zamario, nome referido nas inquirições, que mais tarde evoluiu para Zameiro e posteriormente para Sameiro, terá sido o responsável pela construção da ponte em pedra. Construída numa estrada que remonta ao período romano, a Via Veteris, atravessava o rio, a vau ou com recurso a barcas. Até ao século XIX assegurou a travessia segura do rio, tornando-se caminho preferencial dos peregrinos a Santiago de Compostela.
Trata-se e uma ponte em cavalete, com dupla rampa, suportada por oito arcos com diferentes amplitudes, sendo que os mais pequenos foram construídos junto às margens e os de maior dimensão no centro do rio. Os arcos são, quase todos, de volta perfeita, à excepção de um arco quebrado de cariz gótico, que indicia uma reconstrução mais tardia, talvez já na idade média.
O projecto original não possuía parapeitos, permitindo, assim, uma menor resistência às correntes em caso de cheias.
Actualmente possui talhamares pontiagudos a montante para desviar a força das águas dos pilares da ponte, tendo talhantes quadrangulares que se constituem reforços a jusante.
Azenhas e Açudes Junto à Ponte
A jusante da ponte existe um dos açudes que sustêm a força das águas do Ave, canalizando-a pelas levadas de três azenhas em alvenaria. Uma delas, a que se encontra no meio do rio, possui forma triangular apresentando a vertente angulosa a montante para desviar as águas e resistir em caso de cheia.
As várias azenhas, cujos açudes fecharam o troço final do Rio Ave à navegação, encontram-se referenciadas desde o início do século XIII.

Capela de Nossa Senhora da Ajuda
Templo de traça simples, a Capela de Nossa Senhora da Ajuda terá sido, provavelmente, edificada já no decorrer do século XX.
Situada no largo com o mesmo nome, umas alminhas em forma de capela complementam o átrio da mesma.

Capela de São Mamede
A Capela de São Mamede está localizada na freguesia de Junqueira, Vila do Conde.
Segundo consta, esta ermida já existia em 1758.

Ponte de São Miguel de Arcos ou Ponte Românica de Arcos
A ponte de São Miguel é uma ponte românica, cuja primeira construção remonta ao século XII, à raiz da nacionalidade.
Em 1347 a ponte ganhou os seus parapeitos, a julgar por um testamento de João Martins Boilouro, residente na vizinha freguesia da Junqueira, o qual deixou para esse efeito 40 soldos.

Igreja Paroquial de São Miguel de Arcos
A Igreja Paroquial é um templo construído, essencialmente, das dádivas dos imigrantes brasileiros no século XIX, em 1855.
O interior da igreja ostenta a pintura dos Evangelistas e dos Doutores da Igreja (Agostinho, Gregório, Jerónimo e João Crisóstomo) em tamanho natural. Com quatro altares, respectivamente, de Nossa Senhora da Penha de França, cuja confraria é muito antiga, do Coração de Jesus, de Nossa Senhora da Conceição e de São Brás, conta, igualmente, com um retábulo do Senhor das Chagas e oratório de Nossa Senhora de Fátima. No coro, existe um órgão de tubos.
Na sacristia da igreja, existem algumas pinturas antigas e armários com jarras de cerâmica e metálicas, actualmente, em desuso. Numa das sacristias funciona a Capela Funerária com retábulo próprio e intitulada "Capela da Ressurreição".
Em frente à igreja existem os bustos de dois clérigos: D. António Bento Martins Júnior, que foi Arcebispo de Braga em meados do século XX, e o busto de Monsenhor Porfírio Salazar, um dos últimos párocos da freguesia.

Igreja Românica de São Pedro de Rates
A Igreja de São Pedro de Rates, também referida como Igreja Românica de Rates, é, na opinião de especialistas, um "monumento nuclear da nossa arte românica", dada a relevância das suas formas arquitectónicas e escultóricas. Situada junto à bacia do rio Ave, é um dos mais importantes mosteiros beneditinos clunicenses. Está inserida no Ecomuseu de São Pedro de Rates, um circuito pedonal com cerca de 8 km, onde se destacam os principais pontos de interesse da localidade.
A actual igreja assenta no local de uma edificação que data do período suevo-visigótico, descoberta em escavações realizadas entre 1997/98, que permitiram documentar as várias fases do desenvolvimento conventual e particular desde o século VI até ao presente. A igreja terá sido reconstruída durante o período condal, no século XI, posteriormente cristianizada nos séculos VI-VII e reaproveitada na fase pré-românica. Desta última restam poucos vestígios, salientando-se as bases das colunas junto à entrada principal e alguns capitéis.
O edifício actual é resultado da refundação cluniacense do século XIII, graças à doação de Henrique de Borgonha, Conde de Portugal e Teresa de Leão do mosteiro de Rates, que se encontrava arruinado, ao Priorado, ligado à Ordem de Cluny, de La Charité sur Loire, Auxerre em França, para que ali fosse implantada a Regra Beneditina. Até 1552, a igreja guardava o Corpo de São Pedro de Rates antes de este ter sido transferido para a Sé de Braga. São Pedro de Rates seria um bispo ordenado por Santiago Mata-Mouros e decapitado quando celebrava uma missa. Um eremita chamado Félix deu sepultura ao corpo mutilado e decomposto do bispo.
É uma construção característica do românico, de planta composta, de cruz latina, de três naves e quatro tramos, de falso transepto. Toda a igreja é profusamente decorada com figuras antropomórficas, destacando-se a dos portais e a dos arcos interiores da separação das naves. A cobertura das naves é feita por tecto de madeira, sendo a cabeceira, formada pela ousia e dois absidíolos, abobadada. Esta foi a zona mais restaurada, destacando-se a sua forma semicircular e as arcarias que decoram o exterior da capela-mor, mais alta que os absidíolos.
O acesso ao templo faz-se pelo imponente portal axial de cinco arquivoltas e arcos de volta perfeita, inserido na fachada ligeiramente assimétrica e contrafortada, em que se destaca a decoração escultórica dos capitéis e, sobretudo, do tímpano. O conjunto da escultura deste templo é dos mais significativos do românico português.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional.

Capela do Senhor da Praça
A Capela do Senhor da Praça, datada de 1745, é uma ermida barroca situada em São Pedro de Rates, Póvoa de Varzim, e pertence ao circuito pedonal intitulado "Ecomuseu de São Pedro de Rates".
Em 2006, durante o restauro ao retábulo lateral da capela, do século XVII, foi descoberta uma pintura representando um calvário.
O retábulo pertencia à Igreja de São Pedro de Rates, entretanto transferida durante as obras de recuperação da igreja em 1939, que retirou muitos dos elementos não românicos da igreja.

Pelourinho de São Pedro de Rates
Exemplar pertencente ao Ecomuseu de São Pedro de Rates, o Pelourinho de Rates, situado diante da antiga casa do concelho de Rates, é um pelourinho mandado erigir por D. Manuel I, no século XVI. Em 1836, Rates acabou por perder o estatuto de concelho que o pelourinho simbolizava e foi integrado no concelho da Póvoa de Varzim.
O Pelourinho é constituído por um soco de três degraus circulares bastante altos, embora o térreo seja formado por blocos desconjuntados. O capitel é um bloco cilíndrico, encimado por anelete rebordante. O conjunto, ao contrário de muitos pelourinhos reconstruídos é, provavelmente, quinhentista.
Está classificado pelo IPPAR como Imóvel de Interesse Público, desde 11 de Outubro de 1933.

Albergue de Peregrinos de São Pedro de Rates
O Albergue de São Pedro de Rates, na rua de Santo António, foi o primeiro espaço gratuito em território português, exclusivamente criado para acolher peregrinos em Portugal.
Inaugurado a 25 de Julho de 2004, Dia de Santiago de Compostela, está localizado no caminho português de Santiago.
Dispõe de um número alargado de camas e possui todas as facilidades necessárias a que o peregrino repouse da melhor forma.
Intramuros encontra-se a Casa do Lavrador, situada no pátio do albergue, também pertencente ao Ecomuseu de São Pedro de Rates.

Capela de Santo António
Situada no largo com o mesmo nome, a Capela de Santo António resultou da ampliação, em finais do século XVII, de um primitivo nicho existente no mesmo local.
Sendo Santo António o protector dos animais é frequentemente invocado em múltiplas situações, que resultam promessas que, quando satisfeitas, o fazem "pesenteando" com objectos e actos de reconhecimento, nomeadamente em festas de grande adesão popular na região, cujo registo histórico tem alguns séculos.
Este é mais um exemplar do património religioso de São Pedro de Rates incluído no Ecomuseu.

Igreja Paroquial de Pedra Furada
A Igreja Paroquial de Pedra Furada é dedicada a Santa Leucádia. Pertenceu ao padroado do Mosteiro Beneditino da Várzea, passando, depois da sua extinção, para o Convento de São João Evangelista de Vilar de Frades, em 1441, por ordem do arcebispo de Braga.
Apesar de pequena e singela, contém um singular baptistério. Actualmente encontra-se em bom estado de conservação.
No adro da igreja existe uma pedra furada, que terá dado o nome à freguesia. Segundo a lenda, foi a tampa da sepultura de Santa Leocádia, uma santa enterrada viva e que, ao tentar escapar da morte, levantou a cabeça e furou a pedra.

Capela de Nossa Senhora da Guia
De características renascentistas, a Capela de Nossa Senhora da Guia, situada no Lugar de Silgueiros, foi mandada construir em 1747 por Manuel Fernandes Braziela, natural de Pereira, ausente no Brasil.
Inicialmente conhecida por Capela da Fonte do Cidral, era dedicada às almas do purgatório, como bem o testemunha o artístico retábulo sobre o altar. Em 1959 encontrava-se sob administração particular de Lucinda da Silva Fernandes, que a doou à paróquia.
Junto à capela existe uma fonte pública, a Fonte de Cidral. Em forma de chafariz, a sua água cai em bica para um receptáculo de pedra.

Igreja Paroquial de Pereira
A Igreja Paroquial de Pereira, em Barcelos, é dedicada ao Divino Salvador. A sua matriz inicial estava primitivamente na Terra Branca, lugar da Cabacinha, onde actualmente existe um pequeno cruzeiro a indicar o sítio que ela ocupava. Do século XVII para o século XVIII, foi mudada para o local onde actualmente se encontra.
Inicialmente, o edifício era de reduzidas proporções, vindo progressivamente a aumentar as suas dimensões. Assim, por baixo do púlpito, encoberto com guarnição de madeira, está uma data do século XVIII. A torre, (primitivamente um torreão) construída em cima de dois arcos, foi construída nos meados do século XIX, assim como a frontaria da Igreja. A Capela-mor foi levantada nos fins daquele século e o corpo da Igreja concertado e forrado de novo com estuque em 1901, conforme se vê na data nele escrito. Na sacristia existe um lavabo em pedra e uns gavetões em castanho.
Sofreu, em 1975, obras de reconstrução e ampliação, conforme inscrição existente por cima da porta principal da igreja.
Em frente ao templo ergue-se o cruzeiro paroquial, simples e sem data de edificação.

Igreja Paroquial do Carvalhal
Da Igreja Paroquial do Carvalhal pouco se conseguiu apurar, no entanto, a primitiva matriz do Carvalhal, a mesma que pertenceu ao couto da Ordem de Malta, situava-se no lugar do Assento ou de São Paio, onde ainda permanecia no final do século XVII.
Este templo foi transferido para o lugar actual já durante o século XVIII.

Capela de Santa Cruz
A capela da Santa Cruz, situada no lugar com o mesmo nome, em Barcelinhos, foi mandada construir devido ao "Milagre das Cruzes", facto referenciado numa inscrição gravada e existente por cima da porta da capela.
O "Milagre das Cruzes"
Segundo a lenda, na era de 1500 viviam em Barcelos um sapateiro, João Pires, e um fidalgo, D. Pedro Martins. João Pires tinha uma filha, chamada Luisinha. D. Pedro tinha fama de galanteador e perseguia constantemente a filha de João Pires. Um dia, em defesa da sua filha, o sapateiro deu duas valentes bofetadas ao fidalgo. As bofetadas foram tão fortes que deixaram marcas profundas na sua cara. A partir de então, D. Pedro foi alvo da chacota do povo, o que atiçou o seu ódio pelo sapateiro e pela Luisinha.
Um dia, uma grande tempestade fez com que um barco vindo da Flandres naufragasse na costa de Esposende. As mulheres da localidade acorreram à praia para recolher os despojos. Entre elas estava a Luisinha que encontrou um pedaço de madeira meio enterrado na areia. A madeira tinha um calor estranho e exalava um perfume exótico. Levou-o para casa e lançou-o à lareira. De repente, a casa ficou toda iluminada e apareceu desenhada no solo uma cruz luminosa. Por mais que escavassem a terra no local onde a cruz luminosa se projectava, a cova voltava a encher-se de terra.
A notícia do milagre espalhou-se e a casa do sapateiro foi transformada em local de peregrinação. Aproveitando-se da situação para se vingar, D. Pedro Martins decidiu acusar os dois de bruxaria, com o intuito de os atirar à fogueira. No momento em que se preparava para acusá-los, invocando o nome de Deus, a cruz luminosa surgiu de novo. Testemunhando o milagre, o fidalgo caiu de joelhos e, arrependido, pediu perdão a Deus. Conta a lenda que a partir desse momento as marcas das bofetadas do sapateiro desapareceram por completo do seu rosto.
Este milagre deu origem à construção de uma ermida, anterior à actual igreja, e também à famosa romaria da Feira das Cruzes de Barcelos.

Igreja Matriz de Barcelinhos
A Igreja Matriz de Barcelinhos é dedicada a Santo André, padroeiro de Barcelinhos.
A sua primeira construção iniciou-se em 18 de Junho de 1677 e durante anos foi sofrendo modificações, tendo sido construída uma torre sineira em 1863.
A actual Igreja Matriz foi remodelada entre 1996 e 1999, passando agora a ser constituída por três naves, duas torres sineiras gémeas e um zimbório com sua cúpula, tendo sido a sua inauguração em 19 de Dezembro 1999.
Guarda no interior altares de talha seiscentistas, algumas imagens apreciáveis da mesma época, bem como um friso pintado sobre madeira representando o Purgatório. Na sacristia está um arcaz-cofre, cintado de ferro, proveniente da antiga igreja.

Capela de Nossa Senhora da Ponte
A Capela de Nossa Senhora da Ponte, situada na freguesia de Barcelinhos, concelho de Barcelos, terá sido erigida por volta de 1328, na mesma altura da construção da ponte gótica da cidade sobre o Rio Cávado. Esta capela, localizada junto à ponte, foi originalmente criada como refúgio para os peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela.
É uma capela maneirista com planta centralizada e alpendrada, caracteriza-se pela sua verticalidade. No interior, a decoração é em retábulo de talha barroca, de estilo nacional.
Apesar de reformulada no século XVII, ainda se podem ver sob o alpendre os bancos e pias de pedra (lava-pés), utilizadas para descanso dos peregrinos. Esta capela, conjuntamente com o Carvalho da Ponte, a Ponte e o Paço dos Condes de Barcelos, compõe a Pedra de Armas de Barcelos.
A Nossa Senhora da Ponte é uma das diversas advocações de Maria, normalmente invocada para protecção de uma ponte sobre um curso de água.

Barcelos
O concelho de Barcelos, do distrito de Braga, localiza-se na Região do Norte e Cávado. Encontra-se dividido pelo rio Cávado e ligado através de uma ponte medieval. Situado num relevo irregular e indiferente às questões teóricas, o concelho de Barcelos cresceu, tornando-se no que é hoje o maior município de Portugal. Com 89 freguesias impõem-se pela sua agricultura, indústria, cultura e património.
A fundação de Barcelos é atribuída a Amílcar, pai de Aníbal, 230 anos antes da era cristã, mas o que se sabe com certeza é que D. Afonso Henriques lhe deu foral, que depois foi reformado por D. Manuel. A vila foi oferecida pelo rei D. Dinis ao primeiro Conde de Barcelos em 1298.
Já no século XV, a então vila gozava de grande prestígio: o apoio que dava aos viandantes, a experiência da Colegiada instituída pelo arcebispo de Braga, a comunidade judaica, o urbanismo civil e religioso foram importantes contributos para a boa fama.
Do vasto património arquitectónico do concelho destacam-se a ponte medieval de Barcelos, gótica, de meados da primeira metade do século XIV, o Templo do Senhor do Bom Jesus da Cruz, com o Passeio das Obras e monumentos barrocos, a Colegiada, actualmente designada Matriz de Santa Maria Maior/Igreja Matriz de Barcelos, o edifício da Câmara Municipal, a Torre da Porta Nova, do século XV, o fontanário do largo da Porta Nova, o fontanário do Campo da Feira, o jardim do Passeio dos Assentos, o Solar dos Pinheiros, a casa do Condestável, a Igreja do Terço, exemplar do barroco, o Cruzeiro do Galo e as ruínas do Palácio dos Duques de Bragança.
Da tradição do concelho fazem parte a criação iconográfica do galo de Barcelos e a sua lenda. Esta narra que dois galegos peregrinos, pai e filho, foram atraiçoados por uma estalajadeira, que acusou injustamente o filho de roubo. O rapaz foi condenado à forca e o pai, desesperado, foi ter com o juiz e pediu-lhe que acreditasse na inocência do seu filho. O juiz, incomodado por ter sido interrompido quando estava a comer, disse que para o declarar inocente seria preciso que o galo assado que tinha na mesa cantasse três vezes. E assim foi, o galo pôs-se de pé e cantou. O juiz correu a evitar o enforcamento, mas chegou tarde. Para seu espanto, o condenado não tinha morrido porque estava a ser amparado por Santiago, que, assim, evitava a sua morte.
Barcelos apresenta um crescimento económico considerável, com uma notória expansão do sector terciário, nomeadamente do comércio e dos serviços, que se concentram no interior da cidade.
No entanto, a agricultura e a indústria têxtil, juntamente com as indústrias de vestuário, malhas e confecções, calçado, mobiliário e cerâmica artística, dominam o panorama económico do concelho. O sector secundário emprega uma percentagem significativa da população activa. A construção civil, a pecuária, com destaque para o gado bovino, ovino e suíno, e a exploração florestal contribuem para o desenvolvimento do concelho.